Marinha da Colômbia captura pescadores ilegais em Malpelo

No desenvolvimento de operações de controle marítimo, a Marinha Nacional parou seis barcos de bandeira equatoriana e capturou 27 pessoas. Os homens carregavam mais de uma tonelada de atum e garoupa. Um saque para o Santuário de Vida Selvagem e Flora de Malpelo.

21 dos capturados eram cidadãos equatorianos. Foto: PNN

Através do trabalho conjunto entre a Marinha Nacional, os Parques Naturais Nacionais da Colômbia, a Fundação Malpelo e outras entidades locais, foi conseguida a captura dos barcos.

Santuário Malpelo Fauna e Flora localizado 265 milhas náuticas do porto de Buenaventura, e com uma área de 2,667,908 hectares, é de grande importância para o ecossistema do país, sendo habitat de aves, mamíferos e peixes e refúgio para espécies pelágicas, como garoupas, pargos, garoupas, peixes de bico, atum e grandes predadores, como os tubarões.

Os tubarões são uma das espécies emblemáticas da ilha de Malpelo. 
Foto: PNN

A União Internacional para a Conservação da Natureza – IUCN, destaca que várias dessas espécies estão em alguma categoria de extinção ou vulnerabilidade devido à sua localização. A variedade de espécies significa que alguns pescadores de países vizinhos, como Equador, Costa Rica e Panamá, entram na área para realizar atividades ilegalmente, gerando uma ameaça constante a esse importante ecossistema.

E esta não foi a exceção. No desenvolvimento das operações de controle marítimo realizadas pela Marinha da Colômbia, contra os diferentes crimes transnacionais no mar, seis barcos de bandeira equatoriana foram interceptados. Durante a captura, 27 pessoas, 21 equatorianos e seis colombianos foram presos e autuados em atividades de pesca ilegal, 18 milhas náuticas a sudeste do santuário de fauna e flora de Malpelo.

Os 27 homens capturados, e a carga representada em mais de uma tonelada de atum, cherne, sardinhas e cabezudos.

Os navios dos capturados foram rebocados até o porto de Buenaventura, no Valle del Cauca, e deixados à disposição das autoridades competentes. 

A Marinha, a PNN e a Fundação Malpelo continuam trabalhando pela proteção e conservação do Santuário.Foto: PNN

Em Malpelo, o Aramada, nas mãos dos Parques Naturais Nacionais e da Fundação Malpelo, conta com o apoio tecnológico e a presença permanente de pessoal na área protegida, monitorando esse tipo de crime e a favor da proteção da soberania e da segurança. recursos naturais do Pacífico colombiano.

As três instituições asseguram que continuarão a trabalhar conjunta e permanentemente no programa de pesquisa e monitoramento, bem como a prevenção, vigilância e controle, que permitiram obter informações para manter o melhor status de conservação desta área protegida e reduzir a pesca ilegal. que pressiona este santuário natural, declarado pela UNESCO como Patrimônio Natural da Humanidade.

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