Por conta do surgimento de uma espuma branca nos últimos dias em praias na região de Angra dos Reis e Paraty, no Rio de Janeiro, funcionários da Eletrobras Eletronuclear, empresa responsável pelas usinas nucleares do país, fizeram na última quarta-feira (4) um sobrevoo de helicóptero para tentar identificar a origem do fenômeno.
De acordo com a empresa, foi possível notar manchas vermelhas de grande extensão que são oriundas do alto mar e que são deslocadas pelo movimento das marés e ventos para o interior da baía da Ilha Grande. Essas manchas, diz a Eletronuclear, são agrupamentos de microalgas marinhas ainda vivas.
Ainda segundo a empresa, não há motivos para a população se preocupar. “Na medida em que essas microalgas avançam para o interior da baía vão morrendo por ausência de nutrientes e liberando proteínas e gorduras que formam um “caldo orgânico”. Com a movimentação das ondas e do vento esse ‘caldo’ transforma-se em espuma”, diz nota enviada pela Eletronuclear.
A Eletronuclear disse que comunicou o fenômeno ao INEA/RJ (Instituto Estadual do Ambiente) e voltou a afirmar que a origem da formação de espumas não tem relação com a operação das usinas nucleares – em funcionamento há mais de 30 anos sem qualquer ocorrência semelhante.
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