
O belo canto da baleia beluga, semelhante a voz humana e conhecido como “Canário do Mar”, corre sérios riscos de sumir dos mares devido a mais uma ameaça: a extração de combustíveis fósseis no Alasca.
As belugas, também conhecidas como baleias-brancas, quase deixaram de existir no século passado, quando a caça fez sua população reduzir de 1.300 para menos de 300 indivíduos. Em 2008, o governo dos Estados Unidos chegou a declarar as belugas como espécie em risco e passíveis de proteção.
A proteção foi garantida em 2011 por um juiz federal, graças, em grande parte, aos esforços dos ativistas ambientais.
No entanto, devido às atividades relacionadas à extração de petróleo e gás, o desenvolvimento industrial e um projeto de mineração proposto, as baleias continuam ameaçadas pelos humanos. Uma das ameaças mais preocupantes é o uso de armas de ar durante a exploração de combustíveis fósseis, que prejudica a audição sensível das baleias e interrompe sua capacidade de se alimentar e procriar.
Existem ainda evidências de que a cacofonia, repetida uma vez a cada dez segundos, durante meses, pode deprimir severamente capturas de peixes comerciais
O Conselho de Defesa dos Recursos Naturais (NRDC) entrou com uma ação contra a licença que permite que a Apache Alasca Corporation mate 30 baleias por ano, como resultado de sua exploração de energia e extração. Eles também lutam contra a exploração da mina Pebble, o que exigiria a construção de um novo porto de águas profundas no habitat das belugas. O Conselho criou até uma petição on-line para recolher assinaturas no processo.
Fonte: Portal ECOD

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