Ao fim de setembro e nas primeiras semanas de outubro, uma paisagem entristecedora se tornou mais comum nos arredores de Manaus, a capital do Amazonas.

Locais onde antes havia abundância de águas estão, neste instante, secos, cobertos apenas por lama ou por barro. Bancos de areia surgem no encontro dos rios Negro e Solimões-Amazonas, onde até pouco tempo atrás turistas fotografavam a imensidão do que mais parecia um mar. Conforme as águas desaparecem, cadáveres em putrefação de peixes de diferentes espécies, jacarés, botos e tracajás vão ficando em seu lugar.
No dia 10 de Outubro, uma equipe do Laboratório de Ecofisiologia Molecular do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônica foi ao município de Careiro Castanho, a cerca de 80 km de Manaus, para monitorar a situação da seca. Por lá, lagos menores já estão completamente secos, trazendo impactos significativos às comunidades ribeirinhas, que dependem dos rios para o transporte.
Fonte:https://www.uol.com.br/ecoa/colunas/rodrigo-ratier/2023/10/17/agua-a-38-oc-peixe-podre-e-jacare-morto-cientistas-mostram-colapso-no-am.htm
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